Internação Involuntária

Internação Involuntária

Internação Involuntária e Compulsória: Qual a diferença entre ambas e qual procedimento recorrer?

Realizar uma internação em uma clínica de recuperação sem o consentimento do usuário de drogas pode causar certo receio entre os familiares. Afinal, agir sem o consentimento do próprio indivíduo? De fato pode parecer uma atitude totalmente invasiva. Apesar de transparecer insegurança por quem opta ao procedimento, com certeza será a melhor opção para o viciado em narcóticos. Você sabe porquê?  

Consumir substâncias químicas afeta todo o Sistema Nervoso Central (SNC), além de provocar graves problemas a saúde física e mental. É inevitável que sua forma de pensar seja transformada, o acúmulo de substâncias corrosivas ao organismo provoca excessivamente a dopamina na região cerebral causando a dependência. 

É inegável o tratamento realizado em uma clínica de recuperação, o espaço é totalmente adaptado para receber os pacientes, além de oferecer suporte profissional 24 horas por dia. Mas porque o adicto fica resistente ao realizar a internação? Acompanhe a leitura com o Grupo Aliança pela Vida!

Processos na dependência química

Experimentação: O primeiro passo para entrar na dependência é por meio da experimentação assim como, quando o usuário de drogas faz o primeiro contato saberá se vai continuar ou parar com o consumo. 

Constância: O que antes era usado apenas em datas comemorativas, agora começa a ser em todos os finais de semana e quando menos esperar o consumo será diariamente.

Compulsão: Pensar na droga 24 horas por dia é uma ação corriqueira de sua mente, aumentando cada vez mais a frequência. Este passo a passo acontece sem com que o adicto perceba!

Fissura: A constância no produto faz com que o corpo acostume com a droga, os efeitos que antes tinham agora não existem mais. Para sentir os efeitos desejados será necessário aumentar as dosagens, ou fazer uma troca para uma substância mais potente que a anterior. 

Abstinência: Ficar sem a droga gera tremores, dores de cabeça assim como, mal-estar, náuseas e até uma crise de abstinência. Lembrando que uma crise de abstinência não controlada provoca a morte, tenha conhecimento da importância dos profissionais da área da saúde durante o tratamento.  

Negação: Como aceitar que se tornou uma pessoa viciada em narcóticos? Tudo era usado por diversão, não para provocar efeitos colaterais. Existem dependentes químicos que aceitam a internação sem nenhum esforço, conseguem perceber o seu nível de dependência, em contrapartida outros necessitam de uma internação involuntária. Todavia, para cada caso uma particularidade. 

Especialistas da área da saúde apontam que a internação pode ser negada ao usuário de drogas, pois não conseguem imaginar uma vida sem as substâncias químicas. A dependência química faz com que o adicto entre em um círculo vicioso, suas ações são remotas e impulsivas. 

Mas qual é o momento certo para recorrer a uma clínica de recuperação?

  • Quando o adicto põe a sua vida tal qual, a vida de outras pessoas em risco;
  • Perde tudo o que tem desde a sua casa, ciclo familiar, social, profissional e até seu próprio emprego;
  • Se isola de todos e se torna depressivo;
  • Comete furtos, roubos, entra para o narcotráfico e comete atitudes inconsequentes;
  • Desenvolve um comportamento totalmente diferente ao que antes tinha;
  • Se torna agressivo, impulsivo, inconsequente e impaciente.

O que é uma internação involuntária?

A internação involuntária é um procedimento que acontece sem a autorização do próprio adicto. Ou seja, a internação pode acontecer apenas por uma ordem dos familiares de primeiro grau. Uma internação involuntária foi formalmente oficializada em 2019, e desde então há um grande porcentual de famílias que buscam pelo procedimento. 

A internação involuntária deve ser recorrida quando os familiares percebem a necessidade, antes que o adicto venha a falecer em decorrer ao vício. A internação involuntária não é burocrática, o resgate acontece a partir do momento em que os familiares aceitam o procedimento. 

O que é a internação compulsória? 

A internação compulsória deve ser recorrida por uma ordem judicial, o juiz da vara familiar responsável pelo caso pedirá um laudo médico comprovando as necessidades do adicto. E a partir de então a internação vem acontecer, independente do consentimento do adicto. Toda despesa é direcionada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e o período de internação é de três meses na clínica de reabilitação. 

A internação compulsória deve ser recorrida por casos extremamente graves, onde o adicto vive em situações precárias de sobrevivência. 

Mas afinal, qual é a diferença entre internação involuntária e compulsória?

Para que você entenda da melhor forma possível, enquanto a internação involuntária é decidida por uma ordem dos familiares, a internação compulsória é decidida por ordem judicial. A internação involuntária não precisa de um laudo médico comprovando as necessidades físicas e psicológicas do adicto, já a internação compulsória para ser aceita necessita de uma comprovação médica. 

A internação involuntária é custeada pela família, enquanto a compulsória é direcionada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas afinal, porque as pessoas confundem? A internação involuntária não é conhecida popularmente bem como, depois de sua aprovação em 2019 o procedimento foi ganhando espaço. Há diferenças significativas entre cada procedimento, se você ainda tem alguma dúvida, entre em contato com os consultores do Grupo Aliança pela Vida.  

Qual internação que devo recorrer?

É importante descrevermos que a internação compulsória pode durar apenas três meses, além de ser bastante recorrida entre a população. A internação compulsória não depende de apenas um fator, porém de vários procedimentos. Realizar a internação compulsória exige tempo, e dependendo do grau de dependência do usuário de drogas a internação não será possível. 

A internação involuntária não é burocrática quanto a internação compulsória, basta apenas uma autorização para o resgate acontecer. O procedimento é ideal pois o adicto ficará o tempo certo na instituição, além de evitar uma possível morte. Com base nas palavras descritas acima, você consegue analisar o que é melhor para o adicto? Espero que o Grupo Aliança pela Vida tenha lhe ajudado! 

A diferenças no processo terapêutico para tratar a dependência?

Tudo acontece da mesma forma, sem nenhuma restrição ou diferença. O que apenas irá mudar é o período de internação, enquanto a internação compulsória tem um prazo de 3 meses, a internação involuntária pode durar de 6 meses à 1 ano ou mais.

Em vista a isso, acompanhe como funciona o processo terapêutico:

  • Internação: A forma pelo qual o adicto chegará a unidade. 

  • Avaliação médica: Momento em que será individualizado toda a recuperação do adicto. 

  • Desintoxicação: Retirada de substâncias químicas no corpo. 

  • Suportes no tratamento: Medicações, atividades físicas e reeducação alimentar. 

  • Laborterapia: Terapias comportamentais individuais ou em grupos.

  • Acompanhamento: Após a internação, é necessário que o adicto frequente grupos de autoajuda como forma de evitar recaídas. 

É ideal buscar uma internação sem o consentimento do adicto?

Especialistas da área da saúde recomendam que a internação deve acontecer por vontade própria do usuário de drogas. Todavia, nós sabemos que nem sempre a ideia é aceita da melhor forma possível, contudo nesses casos é recomendado uma internação involuntária. De acordo com os dados que nós buscamos aproximadamente 500 mil pessoas morrem por ano em decorrer ao uso de drogas, deixar o ente querido viver em situações extremamente precárias pode não ser uma opção assertiva. Ao longo da internação o adicto poderá aceitar bem como, a ideia além de despertar uma mudança de vida. Com uma internação em uma clínica de recuperação o adicto pode:

  • Largar o uso de drogas;

  • Deixar a vida que antes tinha;

  • Desenvolve um comportamento e uma saúde saudável;

  • Evitar probabilidades de morte;

  • Ganha uma nova oportunidade de vida. 

Recorrer a uma clínica de reabilitação é fundamental para tratar a dependência química e alcoólica. Se você busca por ajuda, entre em contato conosco para saber mais detalhes e agendar uma visita!

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Grupo Aliança Pela Vida

O Grupo Aliança pela Vida é uma empresa organizacional que tem objetivo de ajudar o dependente químico a ter um tratamento especializado contra o alcoolismo e as drogas, possuímos uma grande parceria entre as clínicas para que a família e o paciente tenham um tratamento adequado com muita eficiência a longo do período.

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